No mês de abril, com data pré agendada para o período de 21 a 24/04/2011, a Igreja do Nazareno de Manaus estará realizando o primeiro Cursilho Masculino da Igreja do Nazareno de Manaus.
Se vocês já fez Cursilho, contamos com o seu apoio para realização desse maravilhoso trabalho em Manaus, e você ainda não fez, quero incentivá-lo a fazer a sua inscrição e estar conosco nestes quatro dias desfrutando da presença transformadora do Senhor Jesus em nossas vidas.
Espero você!!!!
Pr. Manoel Júnior
Igreja do Nazareno de Manaus
Quem sou eu
- Santidade ao Senhor
- Manaus, Amazonas, Brazil
- Sou um apaixonado por Jesus, e tenho tido o privilégio de servi-lo como pastor na Igreja do Nazareno de Manaus. Nasci em tefé, cidade do interior do Estado do Amazonas, e sou casado do a minha amada Aparecida e pai de duas lindas filhas, Emanuelle e Cristiane. A Deus a minha gratidão por poder servi-lo com a minha vida e ministério.
sábado, 29 de janeiro de 2011
sábado, 15 de janeiro de 2011
É preciso vencer a batalha na mente.
Colossenses 3.1-14
Todas as nossas batalhas se iniciam na nossa mente, e neste trecho da Palavra de Deus, o apóstolo Paulo demonstra que, uma vez que todos aqueles que estão em Cristo Jesus andam em novidade de vida, então, devemos da mesma forma ter uma nova perspectiva a respeito de todas as coisas (Cl 3.1).
As mudanças e transformações, para que sejam permanentes, devem acontecer de dentro para fora, ou seja, se você for capaz de pensar em coisas boas, então falará de coisas boas e também as sua atitudes serão boas.
Paulo deixa claro os caminhos que devemos trilhar para alcançar a autodisciplina, e consequentemente vencer essa batalha que se inicia em nossas mente.
Devemos sempre relembrar a nossa identidade, buscando em primeiro lugar, por o foco em nossa nova condição de vida em Cristo, é muito importante comerçarmos por ai. (Cl 3.1)
Observe que o versículo declara, que "se fostes ressuscitados juntamente com Cristo, buscai as coisas lá do alto...". Ora, se já fomos ressuscitados juntamente com Jesus, os pensamentos que devem permear as nossas mente são os mesmo que estavam na mente de Jesus, e pela Palavra de Deus somos exortados a ter a mente de Cristo. Então, qual é a nossa identidade? Somos homens e mulheres ressuscitados juntamente com Cristo da nossa condição de mortos espiritualmente. Em Efésios 2.1, a Palavra declara que Deus nos deu a vida, quando nós estávamos mortos nos nossos delitos e pecados. Portanto, se já fomos ressuscitados, e isso é uma condição, estar ressuscitado ou não, devemos buscar as coisas lá do alto, ou seja, as coisas de Deus.
Devemos também renovar o nosso modo de ver a vida, focando as nossas mentes nas coisas lá do alto, estalecendo novos modelos interiores. (Cl 3.2)
Pensai nas coisas lá do alto e não nas da terra. Devemos disciplinar as nossas mentes a pensar nas coisas do alto, porque se os nossos pensamentos estiverem nas coisas da terra, estarão focados em coisas passagerias, porque tudo neste mundo assim o é. O mundo jaz no malígno, ou seja, está sob o seu domínio, e quando nossos pensamento estão sendo permeados pelas coisas do mundo, estamos pensando naquilo que agrada o inimigo de nossas almas e não a Deus.
É preciso também reconhecer que a nossa velha vida acabou, que está morta. Devemos sempre lembrar que existe um novo homem, aquel já ressuscitado com Cristo, lutando com um velho, que é aquele que nos acompanha desde o nosso nascimento. Se que remos de fato provar de mudanças em nossas vidas, devemos cortar os vínvulos com velhos modelos de vida e de conduta. É interessante, que no v.5, Paulo nos escreve que devamos fazer morrer a nossa natureza terrana, e isso implica em fazer morrer a prostituição, impureza, paixão lasciva, desejo maligno e a avareza. É preciso uma atitude de nossa parte, e o papel do Espírito Santo de Deus é nos auxiliar nesse processo de mudança.
Devemos abandonar velhos hábitos e abandonar coisas antigas, assim como nos despimos de velhas roupas, e ainda substituir coias velhas por coisas novos, pois só iremos conseguir abandonar velhos hábitos quando os substituírmos por novos hábitos.
Gostaria de lembrá-los de que você deve tomar uma atitude, e não somente esperar por uma atuação direta do Espírito Santo, faça aquilo que está ao seu alcance fazer e deixe as coisas sobrenaturais a cargo de Deus.
Graça e Paz,
Pr. Manoel Júnior
Igreja do Nazareno de Manaus
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Porque Uzá Morreu?
Em II Samuel 6.1-11, a Bíblia relata um dos momentos mais importantes do reinado de Davi, pois nos mostra o momento em que o rei toma a iniciativa de trazer a Arca da Aliança de volta para Israel. Porém, aquele que era para ser um dos momentos mais sublimes acabou se tornando uma grande trajédia, pois nesse episódio ocorrera a morte de Uzá.
A Arca do Senhor, também conhecida como Arca da Aliança era o objeto mais sagrado da fé dos hebreus. Tratava-se de uma grande caixa que continha as tábuas de pedra nas quais Deus escrevera os Dez Mandamentos.
Davi já havia feito de Jerusalém a sua capital política (I Cro 11.4-9), e agora conduzia para lá a Arca a fim de também fazer de Jerusalém o centro nacional de adoração.
A arca da aliança foi tomado dos israelitas pelos filisteus na batalha relatada em I Samuel 4.1-11.
A Palavra de Deus nos relata que os israelitas saíram a pelejar contra os filisteus e se acamparam junto a Ebenézer, e os filisteus estavam acampados em Afeca. Nessa primeira batalha, os filisteus mataram cerca de 4.000 israelitas (4.3).
Após essa derrora o povo voltou ao arraial, e os anciãos questionaram o por que da derrota diante dos filisteus, e mandaram buscar a Arca da Aliança que estava em Siló, a fim de que a mesma estando no meio desles, pudesse livrá-los das mãos do seus inimigos. Seguindo essa ordem, os dois filhos de Eli, Hofni e Finéias, foram e trouxeram a Arca do Senhor para o meio do povo, descumprindo assim duas determinações de Deus, a primeira de que somente o sumo sacerdote poderia entrar no lugar santíssmo e a outra de que somente os levitas poderiam conduzir a Arca em seus ombros.
De acordo com narrativa bíblica, quando a Arca cheio no meio do povo houve grande brado, a ponto de causar temor ao exército filisteu, porém não o suficente para desencolrajá-los, e mesmo com a Arca no meio do arraio do povo de Deus, os israelitas foram derrotados de desta vez caíram 30.000 homens a espada.
Os israelitas de forma correta reconheceram a santidade da Arca, mas pensaram que ela somente, uma caixa de madeira e ouro, era a sua fonte de poder. Começaram a usá-la como um amuleto da sorte, na esperança de que a mesma os protegeria dos seus inimigos.
Sua atitude em relação a Arca era perigosamente parecida com a adoração aos ídolos. Quando a Arca foi capturada pelos filisteus, eles pensaram que a glória de Israel tinha sido extinta (I Sm 4.19-22) e que Deus os havia abandonado (I Sm 7.1-2).
Disso fica a lição de que o Senhor usa o seus poder de acordo com a sua própria sabedoria e vontade e de que Ele responde a fé daqueles que O buscam.
Hofni e Finéias morreram por ter profanado o ligar santíssimo, onde somente o sumo sacerdote poderia entrar. Eles entraram lá, retiraram a arca e depois foram mortos (I Sm 4.11)
Os filisteus levaram a Arca, que passou vinte anos na casa de Abinadabe e nesse período Israel pranteu amargamente, e a tristeza e o luto envolveram a nação durante esses vinte anos. Samuel chamou o povo ao arrependimento, para que assim Deus os livrasse da mão dos seus inimigos (I Sm 7.3).
A negligência do povo para com a Arca simbolizava a negligência de Isreal para com Deus. Trazê-la de volta para o centro da vida de Israel, refletia o desejo de Davi de relembrar à nação o seu verdadeiro fundamento, que era Deus.
Neglicenciar tudo o que nos faz lembrar de Deus, a Bíblia, quando nos privamos da leitura e a igreja e o contato com os irmãos, também nos fará negligenciar a Deus. Devemos manter o Senhor no centro da nossa vida.
Davi preparou com muito cuidado o retorno da Arca à Jerusalém, consultou seus capitães e príncipes, ajuntou o povo, preparou a festa, criou um entusiamo grandioso na nação, construiu um carro de boi novo, porém esqueceu o mais importante: consultar a Deus. O que era para ser um momento sublime, tornou-se uma catástrofe devido a morte de Uzá. Mas porque Uzá Morreu?
Uzá tocou na Arca, e esta ofensa era castigada com a morte. Deus dera instruções claras de como a Arca deveria ser conduzida (Nm 4.5-15), mas essas instruções foram ignoradas por Davi. Os levitas eram os responsáveis por transportar a Arca, e não há regiustro na Palavra de Deus de que Uzá era levita.
A orientação era de que a Arca deveria ser carregada nos ombros, e não em carros de boi, com varas colocadas em argolas, e que jamais deveria ser tocada.
A orientação era de que a Arca deveria ser carregada nos ombros, e não em carros de boi, com varas colocadas em argolas, e que jamais deveria ser tocada.
Devi foi lembrado de que a sua obediência às leis de Deus era mais importante do que o seu entusiasmo. Além disso, Davi tinha consultado a todos os seus oficiais, mas não consultou a Deus. O conselho de nossos amigos e colegas, por melhores que sejam, não substituem a direção de Deus para as nossas vidas.
Uzá certamente não morreu poor causa da sua irreverência como muitos afirmam, porque se irreverência matasse, os nossos cultos aos invés de grandes momentos de celebração, seriam verdadeiras cerimônias fúnebres.
Se irreverência matasse, cada vez que um celular tocasse no momento em que a Palavra de Deus está sendo pregada, ou quando alguém estivesse comversando ou siplesmente comendo uma pipoquinha com guaraná na hora em que se devería estar cultuando a Deus, certamente alguém iria morrer dentro na igreja.
Infelizmente, nos nossos dias o povo não trata mais as coisas de Deus com reverência, muitos estão na igreja e pouco se importam com o presenção do Rei dos Reis em seu meio.
Que o Senhor nos faça voltar ao arrependimento, pois sei que somente com a ajuda dEle nós seremos salvos dos nossos inimigos.
Pr. Júnior
Igreja do Nazareno de Manaus
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