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Manaus, Amazonas, Brazil
Sou um apaixonado por Jesus, e tenho tido o privilégio de servi-lo como pastor na Igreja do Nazareno de Manaus. Nasci em tefé, cidade do interior do Estado do Amazonas, e sou casado do a minha amada Aparecida e pai de duas lindas filhas, Emanuelle e Cristiane. A Deus a minha gratidão por poder servi-lo com a minha vida e ministério.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

O Vaso e o Oleiro


COMO BARRO NAS MÃOS DO OLEIRO

“Levanta-te, e desce à casa do oleiro, e lá te farei ouvir as minhas palavras. E desci à casa do oleiro, e eis que ele estava fazendo a sua obra sobre as rodas, como o vaso, que ele fazia de barro, quebrou-se na mão do oleiro, tornou a fazer dele outro vaso, conforme o que pareceu bem aos olhos do oleiro fazer.” (Jeremias 18:2-4).

Neste texto da Palavra de Deus, o profeta é levado por Deus, não para entregar uma mensagem, mas para receber uma.

Deus enviou o profeta Jeremias a um oleiro, onde ele viu a forma de se modelar um vaso de barro. O profeto viu o vaso sendo modelado, viu o momento em que a argila macia se deformou, mas o oleiro a modelou em um bom vaso.

Deus fará o mesmo conosco, se nos dispormos a ser trabalhados por ele, pos desta ilustração podemos tirar importantes lições.

Jeremias foi a casa do oleiro e observou como era o seu cotidiano, como ele se empenhava na sua tarefa de moldar os vasos de barro, desde o momento em que ele pega o barro ainda sem forma e comçe a dá a ele uma forma para que o mesmo tenha utilidade. Notamos que quando um vaso se estraga nas suas mãos, isso pode fazer parte do processo, o oleiro não descarta ou joga fora o barro, ao contrário, ele volta a moldá-lo novamente.

Da mesma forma Deus faz conosco, muitas vezes nós somos deformados pelas circunstâncias de nossas vidas, o pecado causa deformação na vida do homem, as decepções, tristezas, desenganos, todas essas coisas trazem deformação para as nossas vidas, mas Deus em nenhum momento abdica do direito de trabalhar em nossas vidas, pois, somo muito preciossos para o Senhor, ele jamais nos descartará como algo sem valor, ele mesmo disse "... o que vem a mim de maneira nenhuma o lançarei fora." (Jo 6.37).

Nós sempre seremos como o vaso nas mãos do Divino oleiro, e Ele sempre trabalhará em nossas visas para que sejamos moldados à imagem de Jesus, mesmo que para isso o trabalho da criação seja reiniciado em nossas vidas, e Ele fará isso, pois o Senhor é aquele que restaura o vaso danificado,

Sempre que o oleiro molda um vaso, não é só para que ele tenha beleza, mas também tenha utilizadade, Deus quer que cada um nós sejamos vasos usados com algum propósito, e para isso devemos estar restaurados, e precisamos estar dentro dos propósitos divinos. (Pv 19.21)
 
Todo vaso deve ser feito com um propósito, tendo uma utilizadade, e certamente um vaso com defeito, com rachaduras não poderá cumprir com o propósito para o qual foi criado, por isso é necesário passarmos pelo processo da restauração,  pois antes de usar nossas vidas, Deus precisa trabalhar em nossas vidas, remover aquilo que não O agrada, que impede o seu agir soberado, pois a nossa vida precede o nosso ministério.


Paulo escreveu: “Temos, porém, esse tesouro em vasos de barro, para que o poder extraordinário seja de Deus e não nosso” (2Co 4.7), isso implica que tudo que fizermos, sendo vasos de honra, será para honra e glória do nosso Deus, pois ele é o Oleiro e nós o vaso.

Deus não irá fazer reparos em nós, Ele fará tudo novamente, e nós temos que nos despojar do velho homem, abrir mão daquilo que velho, pois Deus não trabalha com o velho, Ele sempre terá lago novo para as nossas vidas (Ef 4.22-24), temos que renovar a nossa mente (Rm 12.2), e deixar que um novo homem surja, para andar em santidade, justiça e retidão, pois em Cristo somos "novas" criaturas (2Co 5.17), pois a partir de Cristo somos criados em um nível qualitativo de excelência, pois fomos gerenados e os nossos valores, prioridades, crenças, paixões e planos antigos passam a pertencer ao passado, e essa renoação em nossas vidas deve ser contínua, produzindo através de nós boas obras.

Em Cristo,

Pr. Manoel Júnior